Sessão apresentada pelo CineClube Gândara Bairrada, com um filme do realizador Lee ...
Iniciativa moderada por Clara Pires, que junta leitores que partilham o gosto pela leitura e promove um espaço de conversa em torno ...
Mais pedidos resolvidos, menos tempo de espera e reconhecimento nacional marcam os resultados do trabalho de melhoria contínua ...
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Município reforça aposta na educação ambiental e na participação das crianças e jovens na construção de um território mais ...
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Câmara da Mealhada lança concurso de 135.500 euros para recuperar caminhos florestais danificados pelas intempéries. Reunião do ...
Ver maisEsta é uma história sobre aceitação e como os livros podem mesmo salvar as nossas vidas. Perfeita para quem procura um romance acolhedor e comovente. Há muitas livrarias, mas a Hyunam-dong é muito especial. É a casa de Yeongju, o sonho da sua vida. Desmotivada, ela sentia que os seus dias eram um autêntico vazio e decidiu largar tudo para concretizar um grande e antigo desejo: abrir uma livraria. Pode não ser fácil, porém… à medida que Yeongju põe tudo de si naquele espaço e na forma como acolhe os clientes, descobre verdadeiramente quem é.
Este livro explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Uma aposta sem garantia que se pode tornar absoluta. A dúvida está em saber se os irmãos podem amar como as mães que, por sua vez, amam como Deus. Passada na ilha da Madeira, esta é a história de dois irmãos e da necessidade de cuidar de alguém. Delicado e profundo, Deus Na Escuridão é um manifesto de lealdade e resiliência.
Uma história que nos fala sobre a importância de vermos as coisas de perspetivas diferentes. Um livro que nos incentiva a encarar os nossos medos e que nos mostra que o mundo é um lugar incrível, se não tivermos receio de o explorar.
Vera Brosgol
Uma história repleta de segredos, reviravoltas e emoção, apesar do mau humor de Anya, as suas inseguranças, fraquezas e sarcasmo, ela conquistará leitores de todas as idades. Novela Gráfica multipremiada e aplaudida pela crítica.
Thomas Bailey Aldrich
Em 1869, Thomas Bailey Aldrich apresentou à literatura americana o «rapaz mau» - aquele que prega partidas inofensivas, engendra aventuras emocionantes, sofre as penas de um amor não correspondido, que se aborrece aos domingos e de quem a maior parte das pessoas gosta muito.