Na biblioteca municipal há histórias para todos os gostos: grandes, pequenas, inclinadas, histórias de fazer rir ou chorar, ...
Num mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, convidámos para a rubrica Palavra de autor: ciclo de conversas com ...
Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o Município da Mealhada promove o Roteiro Literário "O Legado das ...
A Câmara Municipal da Mealhada aprovou, por unanimidade, na reunião do executivo desta segunda-feira, a atribuição de um apoio ...
Ver mais
Uma comitiva empresarial chinesa proveniente de Macau visitou, recentemente, a Mealhada para apresentar um projeto estratégico de ...
Ver mais
O FLIM - Festival Literário da Mealhada realiza-se de 23 a 28 de março e convida a comunidade a refletir sobre o poder transformador ...
Ver maisÉ, pois, urgente alterarmos as nossas prioridades e retirarmos o foco do que reside somente no plano material, dando primazia à qualidade da educação, ao tempo em família, à alegria na relação e na vida social e ainda a valores como a honestidade, a solidariedade, a compaixão para com o outro, sobretudo se mais frágil e desprotegido.
Este livro explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Uma aposta sem garantia que se pode tornar absoluta. A dúvida está em saber se os irmãos podem amar como as mães que, por sua vez, amam como Deus. Passada na ilha da Madeira, esta é a história de dois irmãos e da necessidade de cuidar de alguém. Delicado e profundo, Deus Na Escuridão é um manifesto de lealdade e resiliência.
Um livro divertido e bem-humorado que ajuda a encarar a imperfeição com naturalidade, ensinando aos mais novos como superar desafios diários e de forma positiva.
“Ninguém é perfeito… nem mesmo os SUPER-HERÓIS”.
Thomas Bailey Aldrich
Em 1869, Thomas Bailey Aldrich apresentou à literatura americana o «rapaz mau» - aquele que prega partidas inofensivas, engendra aventuras emocionantes, sofre as penas de um amor não correspondido, que se aborrece aos domingos e de quem a maior parte das pessoas gosta muito.
David Litchfield
Uma história feliz e nostálgica, com espírito caloroso e reconfortante, sobre laços familiares e a disponibilidade para acolhermos sempre novos amigos no coração.