Na biblioteca municipal há histórias para todos os gostos: grandes, pequenas, inclinadas, histórias de fazer rir ou chorar, ...
A Biblioteca Municipal, enquanto lugar de encontro e interação, criou o clube de leitura juvenil "Fora da Estante", de ...
Sessão de cinema apresentada pela secção de Mealhada do CineClube Gândara Bairrada. O filme a exibir será "Capitão ...
Uma exposição itinerante sobre livros e autores censurados durante o Estado Novo, concebida pela Biblioteca Geral da Universidade de ...
O Clube de Leitura "Letra GRANDE" é uma iniciativa da Biblioteca Municipal, que conta com a moderação da Dr.ª Clara ...
A Câmara Municipal da Mealhada, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, está a reforçar as medidas de combate à vespa ...
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António Jorge Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, foi distinguido esta terça-feira com a Medalha de Mérito Social ...
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A quarta edição do FLIM – Festival Literário da Mealhada terminou com um balanço muito positivo, após seis dias – 23 a 28 de ...
Ver maisUma história que nos fala sobre a importância de vermos as coisas de perspetivas diferentes. Um livro que nos incentiva a encarar os nossos medos e que nos mostra que o mundo é um lugar incrível, se não tivermos receio de o explorar.
Este livro explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Uma aposta sem garantia que se pode tornar absoluta. A dúvida está em saber se os irmãos podem amar como as mães que, por sua vez, amam como Deus. Passada na ilha da Madeira, esta é a história de dois irmãos e da necessidade de cuidar de alguém. Delicado e profundo, Deus Na Escuridão é um manifesto de lealdade e resiliência.
Este livro recorda-nos a simplicidade dos momentos quotidianos, a importância dos afetos e da gratidão e a permanente necessidade de dar corpo aos nossos sonhos. Helena Sacadura Cabral leva-nos numa jornada que valoriza cada ruga como um símbolo de sabedoria e cada lembrança como um tesouro inestimável.
Toshikazu Kawaguchi
Neste livro, acompanhamos as viagens de quatro mulheres que procuram regressar a momentos determinantes das suas vidas para os mudar. Mas as viagens no tempo têm condições e riscos… e nada do que façam vai alterar o presente.
Thomas Bailey Aldrich
Em 1869, Thomas Bailey Aldrich apresentou à literatura americana o «rapaz mau» - aquele que prega partidas inofensivas, engendra aventuras emocionantes, sofre as penas de um amor não correspondido, que se aborrece aos domingos e de quem a maior parte das pessoas gosta muito.